Em coletiva de imprensa, Rock in Rio revela os números, as vozes e a engenharia por trás de sua “Fábrica de Sonhos”
Muito antes de o primeiro acorde ecoar no Palco Mundo, uma engrenagem monumental e invisível trabalha em ritmo acelerado nos bastidores. Para apresentar as novidades da edição de 2026, a organização do Rock in Rio decidiu abrir as portas de sua “Fábrica de Sonhos”. Em uma coletiva de imprensa inédita transformada em espetáculo musical cênico, o festival revelou a complexidade logística e o esforço humano necessários para erguer a Cidade do Rock do zero.
Essa imensa linha de montagem envolve a mobilização de impressionantes 32 mil pessoas em todas as etapas de planejamento e construção. O presidente e criador do festival, Roberto Medina, destacou como o evento se consolidou focando no sentimento do público antes mesmo das atrações:
“O que estamos apresentando aqui hoje é como nascem estes meus sonhos, esta construção do que se transformou o Rock in Rio. (…) Esta narrativa que trouxemos com este musical mostra claramente o porquê transformamos esta marca em um festival que primeiro transborda experiência, para então falar de música.”


Toda essa engrenagem é fruto de dois anos de planejamento sob o comando de uma liderança incansável. O vice-presidente artístico da Rock World, Zé Ricardo, ressaltou o papel emocional que move os bastidores da Cidade do Rock:
“Trabalhar na nossa fábrica de sonhos é desafiador todos os dias. Usar a música como instrumento de transformação, criar experiências inesquecíveis é um privilégio imenso. E é resultado do trabalho de uma equipe incansável que ao longo de dois anos se reinventa para encantar o público.”
Para ilustrar esse processo criativo, o festival utilizou uma infraestrutura cinematográfica na coletiva, incluindo câmeras robóticas KamboT, um telão de LED de 40 metros de largura, 36 bailarinos e uma orquestra ao vivo interpretando uma trilha sonora inédita. Todo o material gravado durante essa ação exclusiva servirá de base para as campanhas globais de comunicação do festival, que acontece nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026.
Esse modelo de negócios focado na experiência gera um impacto direto e vital para o Rio de Janeiro. Ao atrair turistas do mundo inteiro através de experiências exclusivas, o festival se consolida como um motor financeiro para o estado, com Roberto Medina projetando um retorno econômico histórico para a região que “acredita-se que vá superar os R$ 3 bilhões”.


